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QUEM DEVEMOS ESCOLHER???
Estamos vivendo dias de turbulências políticas, onde muitos tentam nos mostrar o caminho mais benéfico à vida da nossa prole. São filmes já assistido, são palavras já ditas, são meros vivente buscando projeção social e se dizendo salvadores da Pátria...   Os nossos amados pretendentes a um cargo política precisam urgentemente dizer ao povo o que querem fazer! Os eleitores de hoje já estão emancipados politicamente, já entendem o linguajar da corrupção, então vamos acabar com os conchaves espúrios, que só nos traz conseqüências maléficas... Cansanção hoje se tornou num purgatório político, pois nos últimos anos, descambou para um grande mar de lama, e com toda essa sujeira querem agora fazer dos nossos titulo eleitorais “toalhas para limparem-se das sujeiras do passado”... Que tal tentarmos colocar uma mulher no poder? seria a primeira prefeita no nossos município eleita pela povo!

Chico Primo quarta-feira, 13 de julho de 2016
Ponte de Queimadas pode isolar Cansanção
Verificando este vídeo publicado pelo nosso amigo Izidorio Pereira de Menezes, dar para observarmos o tamanho do perigo que nos ronda.. chove forte na cabeceira do rio itapicuru, e em todo leste baiano, olhando o vídeo dá pra observar que as águas como popularmente falamos ¨ já está lambendo a barriga da ponte¨ . O que quer dizer que a qualquer momento a fúria das águas poderão levar a velha ponte de Queimadas.. Oramos a Deus...


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Chico Primo domingo, 24 de janeiro de 2016
EM Cansanção os Açudes de Pedra Riscada e Caldeirão transbordam



Os Açudes de Caldeirão, Piripiri e Pedra riscada, chegaram aos seus limites. As crianças com idade abaixo de 10 anos estão vendo pela primeira vez esse espetáculo que gratuitamente a natureza oferece a todos.
Agradecemos a nosso querida Agente de Saúde Sra Elenilda   por essa bela foto publicada

Chico Primo sábado, 23 de janeiro de 2016
AÇUDE DE CAMANDAROBA PODE SANGRAR A QUALQUER MOMENTO..


FALTA MENOS DE 50 Centímetros.

Uma das mais importantes fontes de abastecimento dos municípios de Itiúba/Cansanção, cartão postal de muitos Povoados. Açude de Jacurici entra para o novo cenário da região esta com 98% de sua capacidade normal.
Por onde se passa, a alegria do povo é grande, com famílias de pescadores e mais famílias voltando a sorrir, por aí segue a lista de produtos que daqui a pouco vai mudar o nosso cardápio, enchendo as feiras livres da região de muito sabor e qualidade... Um fim de ano dos mais bonitos e felizes dos últimos tempos, merece um registro  de agradecimento  ao nosso Deus, pela chuva que cai e transforma cada pingo em dias de fartura para a família do semi-árido baiano, de terra fértil, onde plantando tudo dá. Só precisa chover regularmente, o resto é com o povo que gosta de trabalhar e trabalhar muito em busca do pão nosso de cada dia.  A esse Deus, todo honra e toda gloria e os nossos louvores, por essa benção derramada em toda a região. uma das maiores secas das últimas décadas que causou muitas dores e sofrimentos a milhares de pescadores e agricultores,Cansançãoenses e itiubenses, finalmente é chegado ao fim. até mesmo o açude de Jacurici " Camandaroba"(Açude de que fica na divisa com o município de Itiúba e Cansanção e há anos sofria com a estiagem, está prestes a transbordar.


Chico Primo
Juiz Moro, o cavaleiro da esperança nacional, diz que sonha ver o Brasil livre dos corruptos
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Moro é um herói nacional, que está apenas cumprindo seu dever e o faz com com uma extraordinária e inigualável excelência>>>
***Recebido como celebridade entre juízes e desembargadores de Santa Catarina, o juiz federal Sérgio Moro palestrou nesta sexta-feira durante o Congresso Estadual de Magistrados, em Itapema. Tirou fotos, conversou com os participantes e deu até autógrafos. O painel não foi muito longo. Por cerca de 20 minutos, Moro falou sobre a corrupção no Brasil e o papel do Judiciário no cenário atual. Depois respondeu perguntas do público, criticou a morosidade dos processos e disse que o Judiciário não conseguirá mudar o país sozinho.

Ovacionado por mais de 200 magistrados presentes, Moro iniciou a palestra relembrando o período da ditadura e do descontrole inflacionário no país – fases que, segundo ele, chegaram a ser vistas como algo natural por quem viveu naquelas épocas. Em seguida, as comparou com a situação atual:

— Esse caso (a Lava-Jato) revela indícios de algo que muitos de nós cogitávamos que era a realidade neste país e talvez seja. E é uma realidade preocupante, um quadro de corrupção sistêmica e que não podemos ter como natural. Há indícios, neste caso, de pagamentos sistemáticos de propina à administração pública — afirma.

O juiz relembrou que muitas testemunhas ouvidas sequer sabiam explicar o motivo das propinas pagas e que a resposta era assustadora: “essa era a regra do jogo”. De acordo com Moro, existia uma norma de que em todo contrato com a Petrobras havia pagamento de propina e isso não era restrito à estatal, mas estava espalhado pela administração pública brasileira:

— Esse quadro, se for verdadeiro, representa aquela naturalização do problema. São fatos que nos deixam assustados.

Em seguida falou sobre a responsabilização de crimes do colarinho branco e sobre a baixa efetividade do sistema penal, que faz com que casos como a Lava-Jato se tornem apenas exceções. Segundo o magistrado, mesmo com toda exposição do problema o Congresso e o Executivo não apresentaram propostas para melhorar o quadro atual.

No entanto, assegurou que é preciso ter fé na democracia e fortalecer as instituições:

— O Judiciário tem um papel muito pequeno dentro disso tudo. Não devemos ter a ilusão que o Judiciário vai mudar o país ou que o juiz vai ser o salvador. O Congresso e o Executivo também têm que trabalhar.

Por fim, explicou que não tem dado entrevistas à imprensa, mas que aceitou palestrar para grupos de empresários. Moro acredita que eles têm papel especial no combate à corrupção.

— Sonho em poder olhar para trás daqui a 10 ou 20 anos e ver que esse quadro de corrupção sistêmica foi superado — disse. ***(Diário Catarinense)

Chico Primo domingo, 6 de dezembro de 2015
Tiririca pode se tornar presidente em caso de impeachment por causa da Lava Jato

Com os possíveis sucessores de Dilma na presidência envolvidos em investigações da Lava Jato o deputado mais votado pode se transformar no primeiro palhaço presidente. Presidente Tiririca

CAMARA61 BSB DF - POSSE/CAMARA - Nacional - O deputado Tiririca (PR SP), é a grande estrela na Sessão de posse dos deputados eleitos em 2010 e que exercerão mandato até 2014. no plenário da Camara dos Deputados, em Brasilia. 01 /02/2011. Foto: DIDA SAMPAIO/AE
Nem Temer, nem Aécio. Caso a Dilma sofra impeachment o próximo presidente do Brasil será o palhaço Tiririca. Para que tal feito aconteça as investigações derivadas do processo de impeachment precisam comprovar que o dinheiro das propinas da Petrobras alimentaram o caixa de campanha da chapa Dilma Rousseff e Michel Temer. Neste caso não é apenas a Dilma que sofreria o impeachment, e sim, ela e seu vice.
Desta maneira quem assumiria o poder seria o presidente do Senado, Renan Calheiros. No entanto o mesmo é alvo de investigação na operação Lava Jato, e isso o tornaria inapto para assumir o cargo. O próximo na linha sucessória seria Eduardo Cunha, que pelo mesmo motivo não poderia assumir a presidência. Na sequência assumiria o deputado federal mais votado, que no caso é Celso Russomano, porém ele foi condenado por peculato em 28/11/2015, o que também o tornaria inapto para assumir a presidência. O segundo deputado federal mais votado do Brasil é o senhor Francisco Everardo Oliveira da Silva, que com mais de 1,5 milhão de votos pode se tornar o primeiro palhaço presidente na história do ocidente.
Fica aqui a dica para quem acha que voto é lugar para brincadeiras. Por conta de um voto engraçadinho o povo pode ter como presidente um senhor que não possui a menor habilidade intelectual para governar uma nação.

Chico Primo sábado, 5 de dezembro de 2015
DILMA : IMPEACHMENT X NEGOCIATA

Após apresentarem um pedido no Supremo Tribunal Federal para barrar o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, os deputados federais Paulo Teixeira (SP), Paulo Pimenta (RS) e Wadih Damous (RJ), todos do PT, desistiram de manter a ação em andamento.
No início da tarde, eles haviam protocolado um mandado de segurança, alegando que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), acolheu pedido somente para retaliar o partido, que havia se manifestado a favor da continuidade de um processo que pode levar à cassação de seu mandato.
A ação foi distribuída por sorteio para a relatoria do ministro Gilmar Mendes, que, na função, faria a análise inicial do pedido. O ministro é conhecido por fazer duras críticas ao PT e ter pedido neste ano investigações sobre as contas de campanha de Dilma no ano passado. No pedido de desistência, os deputados não apresentaram motivos para deixar o caso.
O G1 apurou que os petistas decidiram retirar o mandado de segurança por achar que o pedido seria rejeitado por Gilmar Mendes. Oficialmente, eles afirmam que a peça foi retirada para ser complementada com informações de eventos ocorridos nesta quinta (3).
Segundo o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), o mandado de segurança será alterado e protocolado novamente, o que vai gerar nova distribuição entre os ministros do STF.
“Achamos que a peça estava incompleta e retiramos para acrescentar informações como as declarações que o presidente da Câmara deu hoje. Vamos protocolar novamente e haverá nova redistribuição do processo”, disse..
Argumentos
A ação foi a terceira protocolada no STF nesta quinta que visa anular a decisão de Cunha de dar seguimento ao processo, anunciada na véspera. Mais cedo, o PC do B e o deputado Rubens Pereira Júnior (PCdoB-MA) também acionaram a Corte para questionar o ato.
A ação dos petistas dizia que a decisão de Cunha fere o direito dos parlamentares de ter o procedimento conduzido “por figura que não tenha seus interesses diretamente vinculados ao seu resultado e livre dos vícios intencionalmente praticados pelo presidente da Câmara para satisfazer suas divergências políticas com a presidente da República”.
Argumentam que a decisão de Cunha se deu após os deputados Zé Geraldo (PA), Léo de Britto (AC) e Valmir Prascidelli (SP), também do PT, externaram a intenção de votar contra Cunha no Conselho de Ética da Câmara. O colegiado analisa se dá seguimento a um processo de cassação por ele supostamente ter omitido dos colegas contas na Suíça.
Os petistas alegaram que a decisão de Cunha violou os princípios constitucionais da “legalidade, moralidade e impessoalidade”.
Ainda no início da tarde, quando os petistas ainda não haviam apresentado a ação, Gilmar Mendes evitou comentar o teor dos outros pedidos para barrar o impeachment. Na entrada do STF, disse que o “roteiro que se tem” para o impeachment são decisões tomadas pela Corte na época do impeachment do ex-presidente Fernando Collor.
Questionado sobre uma possível “judicialização” do caso, na eventualidade do Congresso tirar o mandato de Dilma, respondeu: “É um tema muito difícil de se fazer, tendo em vista o poder que se confere ao Congresso nesse tipo de matéria”.

Chico Primo
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