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Ponte de Queimadas pode isolar Cansanção
Verificando este vídeo publicado pelo nosso amigo Izidorio Pereira de Menezes, dar para observarmos o tamanho do perigo que nos ronda.. chove forte na cabeceira do rio itapicuru, e em todo leste baiano, olhando o vídeo dá pra observar que as águas como popularmente falamos ¨ já está lambendo a barriga da ponte¨ . O que quer dizer que a qualquer momento a fúria das águas poderão levar a velha ponte de Queimadas.. Oramos a Deus...


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Chico Primo domingo, 24 de janeiro de 2016
EM Cansanção os Açudes de Pedra Riscada e Caldeirão transbordam



Os Açudes de Caldeirão, Piripiri e Pedra riscada, chegaram aos seus limites. As crianças com idade abaixo de 10 anos estão vendo pela primeira vez esse espetáculo que gratuitamente a natureza oferece a todos.
Agradecemos a nosso querida Agente de Saúde Sra Elenilda   por essa bela foto publicada

Chico Primo sábado, 23 de janeiro de 2016
AÇUDE DE CAMANDAROBA PODE SANGRAR A QUALQUER MOMENTO..


FALTA MENOS DE 50 Centímetros.

Uma das mais importantes fontes de abastecimento dos municípios de Itiúba/Cansanção, cartão postal de muitos Povoados. Açude de Jacurici entra para o novo cenário da região esta com 98% de sua capacidade normal.
Por onde se passa, a alegria do povo é grande, com famílias de pescadores e mais famílias voltando a sorrir, por aí segue a lista de produtos que daqui a pouco vai mudar o nosso cardápio, enchendo as feiras livres da região de muito sabor e qualidade... Um fim de ano dos mais bonitos e felizes dos últimos tempos, merece um registro  de agradecimento  ao nosso Deus, pela chuva que cai e transforma cada pingo em dias de fartura para a família do semi-árido baiano, de terra fértil, onde plantando tudo dá. Só precisa chover regularmente, o resto é com o povo que gosta de trabalhar e trabalhar muito em busca do pão nosso de cada dia.  A esse Deus, todo honra e toda gloria e os nossos louvores, por essa benção derramada em toda a região. uma das maiores secas das últimas décadas que causou muitas dores e sofrimentos a milhares de pescadores e agricultores,Cansançãoenses e itiubenses, finalmente é chegado ao fim. até mesmo o açude de Jacurici " Camandaroba"(Açude de que fica na divisa com o município de Itiúba e Cansanção e há anos sofria com a estiagem, está prestes a transbordar.


Chico Primo
Juiz Moro, o cavaleiro da esperança nacional, diz que sonha ver o Brasil livre dos corruptos
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Moro é um herói nacional, que está apenas cumprindo seu dever e o faz com com uma extraordinária e inigualável excelência>>>
***Recebido como celebridade entre juízes e desembargadores de Santa Catarina, o juiz federal Sérgio Moro palestrou nesta sexta-feira durante o Congresso Estadual de Magistrados, em Itapema. Tirou fotos, conversou com os participantes e deu até autógrafos. O painel não foi muito longo. Por cerca de 20 minutos, Moro falou sobre a corrupção no Brasil e o papel do Judiciário no cenário atual. Depois respondeu perguntas do público, criticou a morosidade dos processos e disse que o Judiciário não conseguirá mudar o país sozinho.

Ovacionado por mais de 200 magistrados presentes, Moro iniciou a palestra relembrando o período da ditadura e do descontrole inflacionário no país – fases que, segundo ele, chegaram a ser vistas como algo natural por quem viveu naquelas épocas. Em seguida, as comparou com a situação atual:

— Esse caso (a Lava-Jato) revela indícios de algo que muitos de nós cogitávamos que era a realidade neste país e talvez seja. E é uma realidade preocupante, um quadro de corrupção sistêmica e que não podemos ter como natural. Há indícios, neste caso, de pagamentos sistemáticos de propina à administração pública — afirma.

O juiz relembrou que muitas testemunhas ouvidas sequer sabiam explicar o motivo das propinas pagas e que a resposta era assustadora: “essa era a regra do jogo”. De acordo com Moro, existia uma norma de que em todo contrato com a Petrobras havia pagamento de propina e isso não era restrito à estatal, mas estava espalhado pela administração pública brasileira:

— Esse quadro, se for verdadeiro, representa aquela naturalização do problema. São fatos que nos deixam assustados.

Em seguida falou sobre a responsabilização de crimes do colarinho branco e sobre a baixa efetividade do sistema penal, que faz com que casos como a Lava-Jato se tornem apenas exceções. Segundo o magistrado, mesmo com toda exposição do problema o Congresso e o Executivo não apresentaram propostas para melhorar o quadro atual.

No entanto, assegurou que é preciso ter fé na democracia e fortalecer as instituições:

— O Judiciário tem um papel muito pequeno dentro disso tudo. Não devemos ter a ilusão que o Judiciário vai mudar o país ou que o juiz vai ser o salvador. O Congresso e o Executivo também têm que trabalhar.

Por fim, explicou que não tem dado entrevistas à imprensa, mas que aceitou palestrar para grupos de empresários. Moro acredita que eles têm papel especial no combate à corrupção.

— Sonho em poder olhar para trás daqui a 10 ou 20 anos e ver que esse quadro de corrupção sistêmica foi superado — disse. ***(Diário Catarinense)

Chico Primo domingo, 6 de dezembro de 2015
Tiririca pode se tornar presidente em caso de impeachment por causa da Lava Jato

Com os possíveis sucessores de Dilma na presidência envolvidos em investigações da Lava Jato o deputado mais votado pode se transformar no primeiro palhaço presidente. Presidente Tiririca

CAMARA61 BSB DF - POSSE/CAMARA - Nacional - O deputado Tiririca (PR SP), é a grande estrela na Sessão de posse dos deputados eleitos em 2010 e que exercerão mandato até 2014. no plenário da Camara dos Deputados, em Brasilia. 01 /02/2011. Foto: DIDA SAMPAIO/AE
Nem Temer, nem Aécio. Caso a Dilma sofra impeachment o próximo presidente do Brasil será o palhaço Tiririca. Para que tal feito aconteça as investigações derivadas do processo de impeachment precisam comprovar que o dinheiro das propinas da Petrobras alimentaram o caixa de campanha da chapa Dilma Rousseff e Michel Temer. Neste caso não é apenas a Dilma que sofreria o impeachment, e sim, ela e seu vice.
Desta maneira quem assumiria o poder seria o presidente do Senado, Renan Calheiros. No entanto o mesmo é alvo de investigação na operação Lava Jato, e isso o tornaria inapto para assumir o cargo. O próximo na linha sucessória seria Eduardo Cunha, que pelo mesmo motivo não poderia assumir a presidência. Na sequência assumiria o deputado federal mais votado, que no caso é Celso Russomano, porém ele foi condenado por peculato em 28/11/2015, o que também o tornaria inapto para assumir a presidência. O segundo deputado federal mais votado do Brasil é o senhor Francisco Everardo Oliveira da Silva, que com mais de 1,5 milhão de votos pode se tornar o primeiro palhaço presidente na história do ocidente.
Fica aqui a dica para quem acha que voto é lugar para brincadeiras. Por conta de um voto engraçadinho o povo pode ter como presidente um senhor que não possui a menor habilidade intelectual para governar uma nação.

Chico Primo sábado, 5 de dezembro de 2015
DILMA : IMPEACHMENT X NEGOCIATA

Após apresentarem um pedido no Supremo Tribunal Federal para barrar o processo de impeachment da presidente Dilma Rousseff, os deputados federais Paulo Teixeira (SP), Paulo Pimenta (RS) e Wadih Damous (RJ), todos do PT, desistiram de manter a ação em andamento.
No início da tarde, eles haviam protocolado um mandado de segurança, alegando que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), acolheu pedido somente para retaliar o partido, que havia se manifestado a favor da continuidade de um processo que pode levar à cassação de seu mandato.
A ação foi distribuída por sorteio para a relatoria do ministro Gilmar Mendes, que, na função, faria a análise inicial do pedido. O ministro é conhecido por fazer duras críticas ao PT e ter pedido neste ano investigações sobre as contas de campanha de Dilma no ano passado. No pedido de desistência, os deputados não apresentaram motivos para deixar o caso.
O G1 apurou que os petistas decidiram retirar o mandado de segurança por achar que o pedido seria rejeitado por Gilmar Mendes. Oficialmente, eles afirmam que a peça foi retirada para ser complementada com informações de eventos ocorridos nesta quinta (3).
Segundo o deputado Paulo Teixeira (PT-SP), o mandado de segurança será alterado e protocolado novamente, o que vai gerar nova distribuição entre os ministros do STF.
“Achamos que a peça estava incompleta e retiramos para acrescentar informações como as declarações que o presidente da Câmara deu hoje. Vamos protocolar novamente e haverá nova redistribuição do processo”, disse..
Argumentos
A ação foi a terceira protocolada no STF nesta quinta que visa anular a decisão de Cunha de dar seguimento ao processo, anunciada na véspera. Mais cedo, o PC do B e o deputado Rubens Pereira Júnior (PCdoB-MA) também acionaram a Corte para questionar o ato.
A ação dos petistas dizia que a decisão de Cunha fere o direito dos parlamentares de ter o procedimento conduzido “por figura que não tenha seus interesses diretamente vinculados ao seu resultado e livre dos vícios intencionalmente praticados pelo presidente da Câmara para satisfazer suas divergências políticas com a presidente da República”.
Argumentam que a decisão de Cunha se deu após os deputados Zé Geraldo (PA), Léo de Britto (AC) e Valmir Prascidelli (SP), também do PT, externaram a intenção de votar contra Cunha no Conselho de Ética da Câmara. O colegiado analisa se dá seguimento a um processo de cassação por ele supostamente ter omitido dos colegas contas na Suíça.
Os petistas alegaram que a decisão de Cunha violou os princípios constitucionais da “legalidade, moralidade e impessoalidade”.
Ainda no início da tarde, quando os petistas ainda não haviam apresentado a ação, Gilmar Mendes evitou comentar o teor dos outros pedidos para barrar o impeachment. Na entrada do STF, disse que o “roteiro que se tem” para o impeachment são decisões tomadas pela Corte na época do impeachment do ex-presidente Fernando Collor.
Questionado sobre uma possível “judicialização” do caso, na eventualidade do Congresso tirar o mandato de Dilma, respondeu: “É um tema muito difícil de se fazer, tendo em vista o poder que se confere ao Congresso nesse tipo de matéria”.

Chico Primo
Morre a atriz Marília Pêra aos 72 anos
Atriz tinha 72 anos.

Ela se afastou do trabalho recentemente devido a um desgaste ósse  

A atriz, cantora e diretora Marília Pêra morreu às 6h deste sábado (5), no Rio, aos 72 anos. A atriz morreu em casa, em Ipanema, na Zona Sul do Rio. Ela se tratou recentemente de um desgaste ósseo na região lombar, que a fez se afastar do trabalho por um ano.

Marília era uma das artistas mais completas do Brasil: além de interpretar, era cantora, bailarina, diretora, produtora e coreógrafa. Trabalhou em mais de 50 peças, quase 30 filmes e cerca de 40 novelas, minisséries e programas de televisão. Um dos últimos trabalhos da atriz foi sua participação na série "Pé na Cova', da TV Globo.
Marília Soares Pêra nasceu em 22 de janeiro de 1943, no bairro do Rio Comprido, no Rio. Sua primeira entrada em cena aconteceu quando ainda era bebê, fazendo figuração numa peça, informa seu perfil no Memória Globo. Aos quatro anos de idade, ela atuou com os pais no espetáculo “Medeia”. Sua irmã mais nova, Sandra Pêra, também é atriz e cantora.
Entre os 14 e os 21 anos, Marília atuou como bailarina em musicais. Quando tinha 18, viajou por Brasil e Portugal com a peça “Society em baby-doll”. Outro destaque foi “Como vencer na vida sem fazer força”, trabalhando ao lado de Procópio Ferreira, Moacyr Franco e Berta Loran.
Em 1965, Marília foi contratada pelo diretor Abdon Torres para integrar o elenco inicial da TV Globo. Nessa época, fez o papel principal das novelas “Rosinha do sobrado”, “Padre Tião” e “A moreninha”.
Após um período fora da TV Globo, no qual atuou em “Beto Rockfeller” (1968), da TV Tupi, ela foi convidada a voltar por Daniel Filho, em 1971 – viveu Shirley Sexy em “O cafona”, que a tornou ainda mais conhecida. Na sequência, vieram “Bandeira 2” (1971-72) e “Supermanoela” (1974). A partir daí, afastou-se das novelas por oito anos, até aparecer em “O campeão” (1982), exibida pela TV Bandeirantes.
O retorno às novelas da Globo aconteceu apenas em “Brega & Chique” (1987). Na pele de Rafaela, fez bastante sucesso por sua parceria com Marco Nanini. Anos depois, Marília diria que essa foi a novela que mais gostou de fazer. Ela voltaria a interpretar Rafaela no remake de “Ti-Ti-Ti” (2011), escrito por Maria Adelaide Amaral.
Entre os trabalhos favoritos na TV, no entanto, Marília escolhia duas minisséries: “O primo Basílio” (1988), em que interpretou a vilã Juliana, e “Os Maias” (2001), em que interpretou Maria Monforte.  Na minissérie “JK", fez a ex-primeira dama do Brasil Sarah Kubitschek.
Marília Pêra em 'Rainha da Sucata' (Foto: Cedoc/TV Globo)Marília Pêra em 'Rainha da Sucata', um dos sucessos em novelas (Foto: Cedoc/TV Globo)
Já na década de 1990, Marília atuou nas novelas “Lua cheia de amor” (1991) e “Meu bem querer” (1998). Outros trabalhos mais recentes foram em “Começar de novo” (2004); “Cobras & Lagartos” (2006), como a falida, mas ambiciosa, Milu; “Duas caras” (2007), como a alienada Gioconda.
Antes de “Pé na cova”, a amizade com Miguel Falabella já havia rendido papéis no seriado “A vida alheia” (2010), no filme “Polaroides urbanos” (2008) e na novela “Aquele beijo” (2011), todos escritos por ele.
Ao longo de uma carreira que durou praticamente toda sua vida, Marília Pêra destacou-se ainda no cinema. Estrelou filmes como “Pixote, a lei do mais fraco” (1980), “Bar Esperança” (1983), “Tieta do agreste” (1995) e “Central do Brasil” (1996) e “O viajante” (1998).
No teatro, ganhou duas vezes o Prêmio Molière: em 1974, por “Apareceu a Margarida”, e em 1984, por “Brincando em cima daquilo”. Como diretora, esteve por trás de uma das peças de maior sucesso do país, Após um período fora da TV Globo, no qual atuou em “Beto Rockfeller” (1968), da TV Tupi, ela foi convidada a voltar por Daniel Filho, em 1971 – viveu Shirley Sexy em “O cafona”, que a tornou ainda mais conhecida. Na sequência, vieram “Bandeira 2” (1971-72) e “Supermanoela” (1974). A partir daí, afastou-se das novelas por oito anos, até aparecer em “O campeão” (1982), exibida pela TV Bandeirantes.
O retorno às novelas da Globo aconteceu apenas em “Brega & Chique” (1987). Na pele de Rafaela, fez bastante sucesso por sua parceria com Marco Nanini. Anos depois, Marília diria que essa foi a novela que mais gostou de fazer. Ela voltaria a interpretar Rafaela no remake de “Ti-Ti-Ti” (2011), escrito por Maria Adelaide Amaral.
Entre os trabalhos favoritos na TV, no entanto, Marília escolhia duas minisséries: “O primo Basílio” (1988), em que interpretou a vilã Juliana, e “Os Maias” (2001), em que interpretou Maria Monforte.  Na minissérie “JK", fez a ex-primeira dama do Brasil Sarah Kubitschek.
Já na década de 1990, Marília atuou nas novelas “Lua cheia de amor” (1991) e “Meu bem querer” (1998). Outros trabalhos mais recentes foram em “Começar de novo” (2004); “Cobras & Lagartos” (2006), como a falida, mas ambiciosa, Milu; “Duas caras” (2007), como a alienada Gioconda.
Antes de “Pé na cova”, a amizade com Miguel Falabella já havia rendido papéis no seriado “A vida alheia” (2010), no filme “Polaroides urbanos” (2008) e na novela “Aquele beijo” (2011), todos escritos por ele.
Sucesso também no cinema
A
o longo de uma carreira que durou praticamente toda sua vida, Marília Pêra destacou-se ainda no cinema. Estrelou filmes como “Pixote, a lei do mais fraco” (1980), “Bar Esperança” (1983), “Tieta do agreste” (1995) e “Central do Brasil” (1996) e “O viajante” (1998).
No teatro, ganhou duas vezes o Prêmio Molière: em 1974, por “Apareceu a Margarida”, e em 1984, por “Brincando em cima daquilo”. Como diretora, esteve por trás de uma das peças de maior sucesso do país, “Irma Vap”, que ficou em cartaz por mais de dez anos, com Marco Nanini e Ney Latorraca como protagonistas.
Além disso, nos palcos interpretou Carmen Miranda em diversas ocasiões – “O teu cabelo não nega” (1963), “A pequena notável” (1966), “A tribute to Carmen Miranda” (1975), apresentada em Nova York, “A Pêra da Carmem” (1986 e 1995) e “Marília Pêra canta Carmen Miranda” (2005). Outras estrelas vividas por Marília foram Dalva de Oliveira, no musical “A estrela Dalva” (1987); Maria Callas, na peça “Master Class” (1996) e a estilista “Coco Chanel”, na peça “Mademoiselle Chanel” (2004).
Filho
Marília Pêra deixa um filho, Ricardo, também ator e cantor, de seu primeiro casamento, com o ator Paulo Graça Mello; e duas filhas, Esperança, nascida em 1978, e Nina, em 1980, ambas de seu casamento com o escritor e produtor Nelson Motta. Seu último marido foi o economista Bruno Faria, com quem se casou em 1998.
Marília Pêra é a homenageada da Mocidade Alegre (Foto: Caio Kenji/G1)Marília Pêra recebendo homenagem da Mocidade Alegre (Foto: Caio Kenji/G1)

Chico Primo
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